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domingo, 16 de janeiro de 2011

À MANEIRA DE MIRÓ IV

Um dia perguntaram a Miró:
- Como é que encontra todas as ideias para quadros?
- "Pois bem, à noite, já tarde, voltava ao meu atelier na Rue Blomet e deitava-me, às vezes, sem sequer ter jantado. Tinha sensações que anotava no meu caderno. Via aparecer formas no tecto ..."
Joan Miró

Esta pintura de Joan Miró chama-se
"AZUL II"
e foi a escolhida pela Maria, pelo Nuno e pelo Zaqueu
Não foi fácil pintar porque tem muito espaço azul para pintar e "cansa".
Por isso ajudaram-se mutuamente.
Mas, no fim, ficou muito bonito! Parabéns!

À MANEIRA DE MIRÓ III

Este insecto que aqui vês, é a libélula,
também conhecida por libelinha. Este é o insecto que Miró quis pintar.
"Voo da libélula em frente ao sol"
pintada por Miró em 1968,
foi a pintura escolhida pela Ana Miguel, pela Sara e pelo Bernardo.
Ao contrário da maioria das pinturas de Miró, esta apenas tinha 3 cores: azul, vermelho e preto.
Para representar o voo da libélula, o pintor apenas traçou uma linha preta ... o resto é a imensidão do sol.
O sol está quase pintado e é o Bernardo quem começa a pintar o céu.
O olho da libélula é pintado com muito cuidado, pela Sara.
E como qualquer pintor que se preze, o Bernardo assina a obra.
Os três bons amigos mostram o seu trabalho. Parabéns!

À MANEIRA DE MIRÓ II

A Jessica, a Mariana e o Afonso escolheram pintar um quadro de Miró muito conhecido chamado:
"A asa da cotovia com uma auréola azul dourada chega ao coração de uma papoila adormecida no prado coberto de diamantes"
Apesar de um nome muito comprido, a pintura não é muito complicada porque há muitos espaços amplos e com poucos detalhes.
Tal como o "El amanecer", esta pintura também tem as 5 cores.
O Afonso pinta com muito cuidado, de vermelho, a papoila que está no prado.
Simplesmente magnífico!

À MANEIRA DE MIRÓ I

À maneira de Miró ... os meninos e meninas tentaram reproduzir algumas obras. Desta, a Beatriz Lopes, a Matilde e o Diogo quiseram reproduzir uma obra muito bonita de Miró chamada
"El amanecer" ou "Nascer do dia", de 1968.
As imagens foram passadas para a tela graças ao retroprojector
Depois, com todo o cuidado, foram pintando e usando os pincéis que melhor se adaptavam.
As cores que usaram nesta pintura foram apenas 5: as cores de Miró (preto, vermelho, azul, verde e amarelo)
Esta pintura de Miró refere-se aos últimos anos da sua carreira, pois caracteriza-se pela abundante utilização do preto e pela despreocupação na aplicação da pintura sobre a tela, dando lugar a pingos e salpicadelas contínuas.
No final, mostraram a pintura que fizeram. Estava lindíssima.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Projecto "Amanecer con el gallo" - sobre Miró

"[...] observamos que a pintura moderna está, por vezes, muito próxima da pintura infantil. O artista moderno fica frequentemente extasiado com a simplicidade, a autenticidade e a espontaneidade da pintura infantil. Surpreendido pelas suas audácias e poder de invenção, o artista moderno verifica, por vezes, que a criança encontra espontaneamente o que ele mesmo procura, desde há muito tempo."
- Gonçalves. E, A arte descobre a criança, 1991.

Hoje, os meninos e meninas deram início à segunda parte (pintar Miró) do projecto comum (Pré-Escolar / 1º ano do 1º CEB) denominado "Amanecer con el gallo" (Amanhecer com o galo), referindo-se o título, a duas grandes pinturas de Miró: "Amanhecer" e "O galo".
Na fotografia de Arnold Newman, Joan Miró. Nunca imaginaria uma presença assim tão serena, um olhar, um sorriso tão doce. Encontrei aqui o menino tímido e curioso que a sua obra adivinhava ser.

Joan Miró i Ferrà foi um artista espanhol nascido em Barcelona que viveu de 1893 a 1983. Joan Miró, apesar de ser mais conhecido pelas suas pinturas, não praticou apenas esta forma de arte, mas também fez desenhos, colagens, esculturas e cerâmicas. Foi um artista essencialmente surrealista. O seu primeiro emprego foi numa farmácia. O tédio do trabalho obriga-o a abandonar a farmácia e a mudar-se para a França, para dedicar-se à pintura. Miró chegou a Paris aos 26 anos, em 1919, logo após o final da Primeira Guerra Mundial. Já em Paris, foi procurar o também espanhol Pablo Picasso, então já um artista famoso, a quem foi entregar umas encomendas da mãe. Picasso, de imediato, comprou um auto-retrato de Joan Miró.
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), quando a Alemanha invadiu a França, Miró voltou em definitivo para a Espanha, de onde não se mudaria mais. Nos últimos anos de sua vida, Joan Miró vai morar para a ilha de Palma de Mallorca, em Espanha, onde morre no dia de Natal de 1983.


"Un cuadro no se acaba nunca, tampoco se empieza nunca, un cuadro es como el viento: algo que camina siempre, sin descanso".
Joan Miró
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AOS PAIS
"Quadros de Miró valem 150 milhões"

O Banco Português de Negócios (BPN) quer vender os 82 quadros de Joan Miró, um dos mais famosos artistas espanhóis, que tem em sua posse desde que um grupo económico espanhol falhou o pagamento de um avultado empréstimo concedido pelo banco no tempo de Oliveira e Costa. A Christie’s, uma das leiloeiras mais prestigiadas do Mundo, já avaliou as obras e está a preparar um plano para a sua alienação. Estima-se que esta venda permita arrecadar, no mínimo, 150 milhões de euros.

Ao que o Correio da Manhã apurou, os especialistas da Christie’s, leiloeira do Reino Unido, estiveram em Lisboa em meados de Julho passado e, segundo fonte conhecedora do processo, "ficaram surpreendidos com a veracidade dos quadros". A presença dos especialistas da leiloeira britânica em Lisboa destinou-se não só a avaliar a originalidade das obras de arte de Miró na posse do BPN, mas também a estabelecer um valor global para aquele património artístico. Para reforçar a liquidez financeira do banco, a nova administração do BPN, liderada por Miguel Cadilhe, "tem intenção de vender os quadros em momento oportuno", diz a mesma fonte.

A partir da avaliação artística e económica realizada em Lisboa, a Christie’s irá fazer ao BPN uma proposta para a venda dos quadros. Para já, está ainda em avaliação se o BPN irá vender os 82 quadros de Miró, uma das maiores colecções do Mundo do artista espanhol, de uma só vez ou em várias vezes.

Desde que as obras foram parar à posse do BPN – por força de um grupo económico espanhol não ter pago o crédito pedido ao banco – o custo de conservação e manutenção dos quadros, incluindo a verba referente ao crédito garantido, já ronda os 75 milhões de euros. Mesmo assim, esta despesa corresponde apenas a 50 por cento da receita mínima estimada com a venda dasobras: 150 milhões de euros é quanto poderá render ao BPN a venda dos 82 quadros de Miró.

Fonte: Correio da Manhã

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

FESTA EM DIA DE REIS

Dado o muito mau tempo, os meninos e meninas não foram
Cantar os Reis.
Mas, independentemente disso, puderam festejar o dia com uma agradável festa.
Cerca das 10horas, os meninos e meninas do Jardim-de-Infância e do 1º C.E.B., foram surpreendidos com um óptimo lanche que foi servido no hall do primeiro andar do nosso bloco C.
Depois do lanche as crianças divertiram-se cantando e dançando. Alguns meninos e meninas ofereceram-se para mostrar as suas qualidades de dançarinos(as): sozinhos (as) ou
acompanhados(as)
À tarde, os meninos e meninas que quiseram, comeram um bolo rei fofinho que tinha uma fava. Mas ... antes de comerem, ouviram a
Lenda do Bolo Rei

A LENDA DO BOLO-REI

Quando os Reis Magos foram visitar o Menino Jesus, perto da gruta onde estava o menino, os Reis Magos tiveram uma discussão para saber qual deles seria o primeiro a oferecer os presentes.

Um artesão que por ali passava assistiu à conversa e propôs uma solução para o problema, de maneira a ficarem todos satisfeitos. O artesão resolveu fazer um bolo e meter uma fava na massa. Depois de cozido repartiu o bolo em três partes e aquele a quem saísse a fava seria o primeiro a oferecer os presentes ao Menino.

Assim ficou conhecido pelo nome de Bolo-rei e como tinha sido feito para escolher um rei passou a usar-se como doce de Natal.

Dizem que a côdea do bolo simboliza o ouro, as frutas simbolizam a mirra e o aroma, o incenso.

No dia de Reis recordamos os três Reis Magos, Sábios do Oriente que vieram desde as suas terras até à humilde gruta de Belém. Eles procuravam um Menino que sabiam ser o Salvador do Mundo, para O adorarem e Lhe oferecerem as prendas que traziam: ouro, incenso e mirra. Um chamava-se Gaspar, que significa "o que vai com amor"; o outro chamava-se Belchior, que significa "o que vai suavemente"; e o terceiro chamava-se Baltasar, que significa "o que obedece à vontade de Deus, humildemente".
Fonte: "O Livro do Natal" de Maria Alberta Menéres

A fava do bolo-rei calhou ao professor Rui.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

AS COROAS DOS NOSSOS REIS E RAINHAS I

Quem não gostaria de ser rei ou rainha por um dia?
Alguns dos meninos e meninas começaram hoje a realizar as suas
COROAS para o DIA DE REIS.
Ficaram lindíssimas!